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Consultor de carreiras e alta perfomance. Especialista em Comunicação, Gestão e Comportamentos.

CARREIRA

SOZINHO OU ACOMPANHADO?

19 Fevereiro 2018 09:53:45


Partindo do tema da última edição, onde falamos da importância de ter profissionais talentosos por perto em nossa carreira e negócios, nesta edição aferiremos ainda mais nossa lente para o que incomoda, perturba ou tira o sono de muitos empreendedores; Será que preciso de um sócio?

Ao conversar com qualquer pessoa que seja empresário há pelo menos 10 anos, é comum ver a expressão em seus rostos quando o assunto se volta para sociedade participativa em seus negócios. Raramente verá alguém que fale somente de boas experiências, pois sociedade na prática é a busca de auxílio para criar algo que vale a pena sonhar e lutar. Entretanto, as experiências que quase todos têm são de pessoas que se aproveitaram da alta da empresa, e depois desaparecem. Isso sem contar quando o indivíduo em questão não lhe gera danos financeiros na maioria das vezes incalculáveis. E posso afirmar com toda certeza, é assustador quando a maioria revela os valores sobre os quais foram lesados ou prejudicados por conta de tal parceria que no início parecia ser a solução para o sucesso do empreendimento.

Pois bem, hoje gostaria de apenas deixar uma ou duas dicas de grande valia para você que está vivendo esse pequeno dilema ou na dúvida se inicia uma sociedade participativa em algum projeto.

Acredito que você precisa colocar em balança alguns critérios para evitar maiores transtornos futuros ou até mesmo resolutivos no quesito sociedade participativa.

? EXPERTISE

? PERFIL

? CUSTO

? DEFINIÇÕES CLARAS DE OBJETIVOS

Qual a expertise da pessoa que você tem em mente? Qual perfil empreendedor que este (a) possui? Eu poderia pagar pelos seus serviços? Eu tenho em mente o que eu desejo para o negócio em questão?

Faça essas perguntas e coloque as respostas em uma folha e faça sua breve análise.

Após saber da expertise do mesmo (a) você precisa saber que uma sociedade precisa ser no mínimo participativa na proporção de suas cotas. Ou seja, cada um deve contribuir pelo menos na proporção estabelecida em contrato, caso contrário passamos para o terceiro item que é o custo, pois se eu posso pagar pelos serviços dos meu sócio, então é mais interessante financeiramente tê-lo como um colaborador ou prestador de serviço ao invés de um sócio. E por último não menos importante, você precisa deixar tudo muito claro com relação aos seus objetivos para aquele projeto, e ver se esses objetivos se alinham com do seu (a) pretendente à sociedade.

É claro que estamos falando de pessoas, então recomendo você também dar uma checada em como este (a) lida com as suas emoções, pois isso refletirá diretamente no seu produto final e no relacionamento com seu cliente.

Inteligência emocional e intelectual são requisitos que eu procuraria em um parceiro de negócios.

Excelente semana a todos nós.

#r1consultoria&treinamentos



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