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Tradicionalista e professor de danças.

TRADICIONALISMO

São Miguel Tchê

SÃO MIGUEL TCHÊ

Iniciou ontem a 20ª edição do São Miguel Tchê - Rodeio Crioulo Interestadual, uma realização do CTG Porteira Aberta e Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Esporte, Cultura e Turismo, e apoio dos Piquetes de Laçadores, Invernadas Artísticas e Grupo de Cavalarianos. O evento acontece no Parque de Exposições Rineu Gransotto em São Miguel do Oeste. Na programação constará: atividades e concursos campeiros conforme regulamentos do MTG, baile e domingueira com o Grupo Laçador, mateada, comidas típicas, transmissão de programas de rádios, Oração da Ave Maria, entre outras atrações. Será distribuída ótima premiação. A programação se estende até amanhã, dia 18. Informações pelo telefone (49) 3622 4204.

TRAJAR DA PRENDA

Se o gaúcho transmitiu em sua indumentária típica elementos fundamentais de hereditariedade histórica até os dias atuais, não podemos dizer o mesmo da mulher gaúcha. Ela não deu continuidade de ancestralidade nesse sentido, e hoje nas festas gaúchas, ela se veste com modelos fundamentados no século XIX, mas criados no transcurso do atual movimento tradicionalista gaúcho em uma equivalência à época presente, ao autêntico vestuário do homem pastoril rio-grandense.

MTG DE SANTA CATARINA

Inicialmente o MTG de Santa Catarina estava dividido em 13 regiões tradicionalistas, porém à medida que o número de CTGs crescia, as regiões foram sendo reorganizadas. Atualmente são 17 regiões tradicionalistas, comportando 601 entidades (CTGs e Grupos Folclóricos), 2.300 piquetes estão filiados ao MTG/SC, que juntamente somam 47 mil tradicionalistas filiados no Estado de Santa Catarina. Estes dados são de 2016.

MÚSICA FOLCLÓRICA

É a música que, sendo usada anônima e coletivamente pelas classes incultas das nações civilizadas, provém de criação também anônima e coletiva delas mesmo, ou da adoção e acomodação de obras populares ou cultas que perderam o uso vital nos meios onde se originaram. Essa música deriva de processos técnicos formadores muito simples, não subordinados a qualquer teorização. Transmite-se por meios práticos e orais. Nasce e vive ligada à atividade e aos interesses sociais, condiciona-se às tendências profundas da sensibilidade, inteligência e índole coletiva, conferindo-lhe elevado grau de representatividade nacional. Ao mesmo tempo possui capacidade de variar, transformar e substituir as obras criadas ou aceitas, conferindo-lhe estrutura e caráter próprios. (Fonte: Aspectos de Música e Fonografia Gaúcha de J.C. Paixão Côrtes).

CTGS PELO BRASIL E PELO MUNDO

Em virtude da forte migração de sulistas para os demais estados do Brasil e exterior no século XX, foram sendo fundados CTGs em diferentes lugares. Atualmente, existem 2.834 CTGs espalhados pelo Brasil. A maior concentração sem sombra de dúvidas está na região Sul: O Rio Grande do Sul com 1.731, Santa Catarina com 601 e Paraná com 356 entidades. No exterior temos CTGs no Canadá, Estados Unidos, França, Portugal, Espanha e Paraguai, em um total de 12 CTGs. Evidentemente que foram fundados por brasileiros residentes nestes países. (Fonte: MTG/SC História e Memória Gaúcha).

CULTURA DO CHIMARRÃO NA REGIÃO

Considerado um ato amistoso, beber chimarrão é um hábito que mantém a cultura gaúcha no Sul de nosso país, e está presente em todas as casas que preservam as tradições gauchescas. Tido como símbolo da hospitalidade sulista, ainda hoje o consumo generalizado do chimarrão é um hábito fortemente arraigado no Brasil (principalmente no estado do Rio Grande do Sul e também no Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia), Paraguai, Uruguai, Argentina e em parte da Bolívia e do Chile. Assim, o chimarrão é um hábito histórico, herdado de geração para geração. No Rio Grande do Sul, o chimarrão é mais do que um símbolo da tradição.

HERANÇA DOS ÍNDIOS

Herança cultural dos índios guaranis, o chimarrão está presente na maneira acolhedora de receber os visitantes e na forma autêntica de celebrar a vida. Estima-se que milhões de pessoas se unam na paixão por essa bebida simples feita de água quente e erva-mate. É na roda de mate que esta tradição assume seu apogeu, agrupando pessoas sem distinção de raça, credo, cor, ou posse material. Irmanados dentro deste clima de respeito, o mate vai integrando os homens em uma trança de usos e costumes que floresce na intimidade gaúcha. 


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