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PRESIDENTE DA ADEPOL

Delegado defende novos investimentos

16 Abril 2018 09:26:00

O delegado de polícia e presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Santa Catarina - Adepol/SC, Ulisses Gabriel, cumpriu agenda em São Miguel do Oeste e região nesta semana.

O delegado assumiu o cargo em 2015 e foi reeleito em 2017, com intuito de melhorar a Polícia Civil de Santa Catarina, aumentando o efetivo, valorizando o profissional, realizando busca de melhorias salariais e por consequência a realização de mais promoções para o policial.

O principal objetivo do roteiro ao Extremo Oeste é a apresentação dos trabalhos desenvolvidos na gestão. Além disso, a visita acontece em 30 delegacias regionais, para que o presidente da Adepol/Sc possa conversar e trocar informações com os delegados de todas as regiões para ouvir melhorias para a classe e também para a segurança pública de Santa Catarina.

"Após visitar todas as regiões, iremos fazer um documento mostrando as realidades locais de cada uma das regionais e também as demandas gerais da Polícia Civil", explica o presidente.

Quanto a segurança pública, o delegado é enfático. "É necessário a aquisição de viaturas e computadores, para que se reforce o o instrumento de trabalho do policial, para que se tenha uma eficiência maior. Além disso, tecnologias, softwares e equipamentos que auxiliam na investigação", defende Ulisses Gabriel.

Em comparação ao sistema de vigilância da Cidasc, o delegado explica que são 74 pontos espalhados pelo Estado. "Precisamos ter barreiras de segurança também junto as barreiras sanitárias, para evitar que as armas, drogas e explosivos entrem no Estado. E para isso acontecer é preciso amentar o efetivo, tanto na Polícia Civil quanto na Militar", comenta.

Ainda conforme o delegado, é preciso investir em segurança. "Tem que ser prioridade. Hoje as pessoas estão em regime de semiliberdade, não podem sair à noite devido ao aumento da criminalidade. É preciso que o cidadão fique em regime aberto e o criminoso em regime fechado", defende.

Além disso, ele comenta que é preciso desenvolver um trabalho em outras áreas para que a sensação de impunidade acabe. "Muitos ladrões que roubam uma, duas, três vezes, acabam sendo soltos dois dias depois, seja por falta de vagas nos presídios ou pela legislação. Isso gera uma sensação de impunidade muito grande que não pode acontecer. Não se pode transformar o país num local onde o bandido, o homicida, o traficante tenha mais prioridade do que o cidadão", reitera.

Segundo o presidente, cerca de 70% das pessoas que matam, tem passagem policial, o que comprova um grande problema de reincidência. "É preciso ter uma fronteira não só demarcatória, mas também uma fiscalização. Investimento em scanners de monitoramento de placas de veículos além de reconhecimento de rostos de pessoas, para colocar em locais de maior movimento, buscando identificar pessoas com mandato de prisão", explica o delegado.  

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