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Ceratocone: doença rara na córnea tem causa desconhecida

Folha do Oeste
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Foto: Centro Catarinense de Tratamento de Ceratoconne

Doença pouco conhecida entre a população, o ceratocone acomete uma em cada 2.000 pessoas, segundo dados do Centro Catarinense de Tratamento do Ceratocone (CCTC). Ocorre quando a área central da córnea assume forma cônica, resultando em distorção das imagens. Nos quadros mais graves, pode comprometer até 75% da visão.

Conforme o oftalmologista Gregório Gimenez Ferreira, as causas específicas da doença ainda não estão claras para a ciência, mas sabe-se que o fator genético pode influenciar na sua origem. O diagnóstico, afirma, é facilmente realizado através de aparelhos como o ceratoscópio.  “Geralmente aparece na adolescência, progride de seis a oito anos e depois estabiliza. Modifica a estrutura da córnea, deixando-a mais afinada e deformada. É uma degeneração progressiva da córnea, que vai se agravando com o passar do tempo”, ressalta o especialista. Ainda, segundo Gimenez, o ceratocone costuma afetar os dois olhos, mas o avanço do afunilamento pode se dar em velocidade e intensidade diferentes em cada uma das córneas.

Em relatório publicado pela CCTC, entre os primeiros sintomas constam a redução da acuidade visual, a troca frequente de óculos ou do grau das lentes de contato, as imagens “fantasmas”, borradas e distorcidas e a visão de halos (círculos de luz) ao olhar para pontos luminosos. Conforme o grau da curvatura córnea, o ceratocone pode ser classificado em quatro níveis: inicial, moderado, avançado e severo.
 

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